Exageros…

26 de fevereiro de 2009

Meu maior defeito talvez seja minha maior inspiração… por isso nunca abrirei mão disso em nome do ideal… ao menos não nessa vida.

*Três capuccinos e muita leitura de dicionário.*

Dilema estúpido

25 de fevereiro de 2009

Vai, não vai? Inconveniente? Pppfffffffffff smack my ass…. vai de uma vez!

É surpreendente, mas a gente acaba se reprimindo tanto por coisas que nem nos dizem respeito que chega a ser impossível desvencilhar todo esse medo da cabecinha. Patético para alguém que se diz madura.

Segue o baile Martini!

Are you ok?

19 de fevereiro de 2009

Quando o sono bateu logo na metade daquele post, eu acabei me tocando para algo, a princípio, um tanto quanto sádico, mas verdadeiro: “As biografias perdem muito do seu interesse quando já não há mais tragédias, e todo aquele individualismo marginal e hedonista, típico dos escritores subversivos e niilistas por excelência, é substituido por conversas massantes no estilo “juntos conseguiremos; eu acredito no amor; etc etc”. Tempos atrás aquilo era instigante, agressivo na medida certa, e agora não existem mais dificuldades, os dilemas culminantes, a falta de apetite e o humor pungente; os erros cometidos por dúvidas atrozes e talvez o excesso de álcool; o sexo culposo; sem mais remorsos e mentiras compulsivas para encobrir a tristeza, a pena de si próprio ao tentar conter o choro copioso; não se vêem mais os lençóis manchados, nem mesmo amassados devido à falta de sono… A emoção e o sentimento intensos esvaecem e a vida beira a perfeição.

Enfim. Claro que ler sobre prosperidades alheias soa lindo, inspira ao arco-íris interior e à busca pela mesma felicidade… mas não desperta mais a mesma comoção… não em mim. A verdadeira beleza é subversiva, e sei muito bem que se, um dia me deparar entre meu bom Henry Miller e algum floreio de Martha Medeiros, meus instintos não vão negar uma putaria bem escrita.

And now: paracetamol e cafeina.

Prazer

19 de fevereiro de 2009

Hey!

Não que eu nunca tenha explorado estas coisas, mas acho vital exercitar um pouco o ego e, de vez em quando, falar única e exclusivamente sobre os pensamentos e filosofias pedantes do meu estilo de vida e o de toda uma geração, contextualizados… É muita coisa experienciada pra querer jogar os dias fora depois de usados e, por mais que se guarde alguma coisa, a memória é uma bitch que adora nos trair, certo? Então se não for pela forma, que seja com o artifício de registrar tudo isso. Anyway, aqui não aspiro o sagrado ofício de escritora, nem a descartavel necessidade de contar sobre os meus dias (pra isso tem outro), apenas falo… sobre o que vier na telha, sobre o que eu achar melhor, afinal sou uma mulher vivendo a perturbada transição da vida adulta, sempre com uma idoneidade meticulosa para o ofício dos apaixonados.

P.S.: I need a vodka so bad right now.


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